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quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
Campanha "EU NUNCA MAIS VOU RECLAMAR DO MEU TRABALHO"
Aderimos a campanha Eu nunca mais vou reclamar do meu trabalho.
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quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
Coca-cola Zero é proibida nos EUA. E no Brasil, sete refrigerantes têm substância cancerígena. - nucleodenoticias.com.br
Coca-cola Zero. Sukita Zero. Fanta Light. Dolly Guaraná. Dolly Guaraná Diet. Fanta Laranja. Sprite Zero. Sukita. Oito bebidas e duas substâncias altamente nocivas ao ser humano. Na Coca-cola Zero, está o ciclamato de sódio, um agente químico que reconhecidamente faz mal à saúde. Nos outros sete refrigerantes, está o benzeno, uma substância potencialmente cancerígena.Essa é a mais recente descoberta que vem sendo publicada na mídia e que só agora chega aos ouvidos das maiores vítimas do refrigerante: os consumidores. A pergunta que vem logo à mente é: “por que só agora isso está sendo divulgado?”. E, pior: “se estes refrigerantes fazem tão mal à saúde, por que sua venda é permitida?”.
Nos Estados Unidos da América, a Coca-cola Zero já é proibida pelo F.D.A. (Federal Drugs Administration), mas sua venda continua em alta nos países em desenvolvimento ou não desenvolvidos, como os da Europa Oriental e América Latina. O motivo é o baixo custo do ciclamato de sódio (10 dólares por quilo) quando comparado ao Aspartame (152 dólares/Kg), substância presente na Coca-cola Light. O que isso quer dizer? Simplesmente que mesmo contendo substância danosa à saúde, a Coca Zero resulta num baixo custo para a companhia, tendo por isso uma massificação da propaganda para gerar mais vendas.
Não basta o cigarro?
E a ironia não para por aí. Para quem se pergunta sobre os países desenvolvidos, aqui vai a resposta: nos Estados Unidos, no Canadá, no Reino Unido e na maioria dos países europeus, a Coca-cola Zero não tem ciclamato de sódio. A luta insaciável pelos lucros da Coca-cola Company são mais fortes nos países pobres, até porque é onde menos se tem conhecimento, ou se dá importância, a essa informações.
No Brasil, o susto é ainda maior. Uma pesquisa realizada pela Pro Teste – Associação Brasileira de Defesa do Consumidor – verificou a presença do benzeno em índices alarmantes na Sukita Zero (20 microgramas por litro) e na Fanta Light (7,5 microgramas). Já nos refrigerantes Dolly Guaraná, Dolly Guaraná Diet, Fanta Laranja, Sprite Zero e Sukita, o índice de benzeno estava abaixo do limite de 5 microgramas por litro.
Só para se ter uma idéia, o benzeno está presente no ambiente através da fumaça do cigarro e da queima de combustível. Agora, imagine isso no seu organismo ao ingerir um dos refrigerantes citados. Utilizado como matéria-prima de produtos como detergente, borracha sintética e náilon, o benzeno está relacionado a leucemias e ao linfoma. Contudo, apesar de seus malefícios, o consumo da substância não significa necessariamente que a pessoa terá câncer, pois cada organismo tem seu nível de tolerância e vulnerabilidade.
Corantes e adoçantes
Na mesma pesquisa da Pro Teste, constatou-se que as crianças correm um grande risco, pois foram encontrados adoçantes na versão tradicional do Grapette, não informados no rótulo. Nos refrigerantes Fanta Laranja, Fanta Laranja Light, Grapette, Grapette Diet, Sukita e Sukita Zero, foram identificados os corantes amarelo crepúsculo, que favorece a hiperatividade infantil e já foi proibido na Europa, e o amarelo tartrazina, com alto potencial alérgico.
Enquanto a pesquisa acusa uma urgente substituição dos corantes por ácido benzóico, por exemplo, a Coca-cola, que produz a Fanta, defende-se dizendo que cumpre a lei e informa a presença dos corantes nos rótulos das bebidas. A AmBev, que fabrica a Sukita, informou que trabalha “sob os mais rígidos padrões de qualidade e em total atendimento à legislação brasileira”.
Por fim, a Refrigerantes Pakera, fabricante do Grapette, diz que a bebida pode ter sido contaminada por adoçantes porque as duas versões são feitas na mesma máquina e algum resíduo pode ter ficado nos tanques.
Quando será o fim dessa novela e da venda dos refrigerantes que contém substâncias nocivas à saúde, ninguém sabe. Mas enquanto os fabricantes deixam a ética e o respeito ao cidadão de lado em busca do lucro exacerbado, você tem a liberdade de decidir entre tomar esse veneno ou preservar a qualidade do seu organismo. Agora, é com você!
Fonte: http://www.nucleodenoticias.com.br/2009/05/11/coca-cola-zero-e-proibida-nos-eua-e-no-brasil-sete-refrigerantes-tem-substancia-cancerigena/
Nos Estados Unidos da América, a Coca-cola Zero já é proibida pelo F.D.A. (Federal Drugs Administration), mas sua venda continua em alta nos países em desenvolvimento ou não desenvolvidos, como os da Europa Oriental e América Latina. O motivo é o baixo custo do ciclamato de sódio (10 dólares por quilo) quando comparado ao Aspartame (152 dólares/Kg), substância presente na Coca-cola Light. O que isso quer dizer? Simplesmente que mesmo contendo substância danosa à saúde, a Coca Zero resulta num baixo custo para a companhia, tendo por isso uma massificação da propaganda para gerar mais vendas.
Não basta o cigarro?
E a ironia não para por aí. Para quem se pergunta sobre os países desenvolvidos, aqui vai a resposta: nos Estados Unidos, no Canadá, no Reino Unido e na maioria dos países europeus, a Coca-cola Zero não tem ciclamato de sódio. A luta insaciável pelos lucros da Coca-cola Company são mais fortes nos países pobres, até porque é onde menos se tem conhecimento, ou se dá importância, a essa informações.
No Brasil, o susto é ainda maior. Uma pesquisa realizada pela Pro Teste – Associação Brasileira de Defesa do Consumidor – verificou a presença do benzeno em índices alarmantes na Sukita Zero (20 microgramas por litro) e na Fanta Light (7,5 microgramas). Já nos refrigerantes Dolly Guaraná, Dolly Guaraná Diet, Fanta Laranja, Sprite Zero e Sukita, o índice de benzeno estava abaixo do limite de 5 microgramas por litro.
Só para se ter uma idéia, o benzeno está presente no ambiente através da fumaça do cigarro e da queima de combustível. Agora, imagine isso no seu organismo ao ingerir um dos refrigerantes citados. Utilizado como matéria-prima de produtos como detergente, borracha sintética e náilon, o benzeno está relacionado a leucemias e ao linfoma. Contudo, apesar de seus malefícios, o consumo da substância não significa necessariamente que a pessoa terá câncer, pois cada organismo tem seu nível de tolerância e vulnerabilidade.
Corantes e adoçantes
Na mesma pesquisa da Pro Teste, constatou-se que as crianças correm um grande risco, pois foram encontrados adoçantes na versão tradicional do Grapette, não informados no rótulo. Nos refrigerantes Fanta Laranja, Fanta Laranja Light, Grapette, Grapette Diet, Sukita e Sukita Zero, foram identificados os corantes amarelo crepúsculo, que favorece a hiperatividade infantil e já foi proibido na Europa, e o amarelo tartrazina, com alto potencial alérgico.
Enquanto a pesquisa acusa uma urgente substituição dos corantes por ácido benzóico, por exemplo, a Coca-cola, que produz a Fanta, defende-se dizendo que cumpre a lei e informa a presença dos corantes nos rótulos das bebidas. A AmBev, que fabrica a Sukita, informou que trabalha “sob os mais rígidos padrões de qualidade e em total atendimento à legislação brasileira”.
Por fim, a Refrigerantes Pakera, fabricante do Grapette, diz que a bebida pode ter sido contaminada por adoçantes porque as duas versões são feitas na mesma máquina e algum resíduo pode ter ficado nos tanques.
Quando será o fim dessa novela e da venda dos refrigerantes que contém substâncias nocivas à saúde, ninguém sabe. Mas enquanto os fabricantes deixam a ética e o respeito ao cidadão de lado em busca do lucro exacerbado, você tem a liberdade de decidir entre tomar esse veneno ou preservar a qualidade do seu organismo. Agora, é com você!
Fonte: http://www.nucleodenoticias.com.br/2009/05/11/coca-cola-zero-e-proibida-nos-eua-e-no-brasil-sete-refrigerantes-tem-substancia-cancerigena/
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
Revolta e desabafo de um morador da Ilha do Governador!! - Email recebido
Cópia do email enviado para a Polícia Militar
Bom dia Senhores
Como não achei um canal direto para o 17º BPM localizado na Ilha do Governador, estou utilizando este canal para reclamar do (des) serviço ao morador da Ilha do Governador perpetrado pelo 17BPM no ultimo dia 04/01/2012 – quarta feira.
Quero acreditar que o bloqueio policial efetuado por duas ou três viaturas da PM na Estrada do Galeão bem em frente ao portão de acesso da Base Aérea do Galeão, por volta das 12.00hs tenha sido uma operação autorizada pelo comando e não uma iniciativa isolada dos 5 ou 6 policiais militares que avistamos.
Espero que o resultado desta operação tenha sido mais do que positivo, com a apreensão de armas, drogas, veiculos roubados recuperados e bandidos presos, pois só assim justificaria o nó causado no transito insulano durante a operação.
Para que os senhores tenham uma ideia do transtorno causado ao cidadão, as 12:30hs estava dentro de um ônibus com destino ao centro da cidade, passando em frente ao Supermercado Mundial localizado na Avenida Paranapuan, no Bairro do Tauá e somente fui passar pela Base Aérea do Galeão as 14:32 hs, ou seja, 02:02hs para percorrer um trajeto que não chega a 8 kms.
Será que o comando da PM pensa que bandidos estarão pacientemente em seus veículos, recheados de drogas, armas ou objetos roubados parados em um mega engarrafamento esperando a hora de passarem pelo bloqueio e serem detidos?
Será que o comando da PM ainda não sabe que nos dias de hoje todos temos celulares para nos comunicarmos e sabermos o que realmente está ocorrendo a nossa frente?
A PM prestaria sim um excelente serviço ao cidadão insulano, não efetuando estas operações que causam transtornos, que fazem trabalhadores perderem seu dia de trabalho por chegarem atrasados ao seu local de trabalho, mas sim...
Prestaria um excelente serviço com ações pontuais e constantes em toda a área da Ilha do Governador, com suas viaturas + as da Guarda Municipal, circulando a todo momento e reprimindo as pequenas e irritantes infrações do dia a dia, por exemplo, fiscalizando, multando e evitando a bandalha das vans e kombis, que circulam com excesso de lotação, que tumultuam o transito, parando em filas duplas e até triplas, nos pontos de ônibus, e permanecendo paradas por as vezes mais de um minuto na espera por passageiros, com seus alto falantes e/ou cobradores gritando a plenos pulmões o seu itinerário, infernizando a paciência do cidadão que está esperando seu ônibus.
Prestaria sim excelente serviço, fiscalizando e reprimindo a circulação de motos sem placas (seriam motos roubadas?) sem retrovisores, sem setas e lanternas, com condutores e caronas sem capacetes que circulam livremente pela Ilha, sem ao menos se preocuparem em seguir por vias secundárias, tamanha a certeza de que não serão importunados. Isto sem falar que visualmente uma boa parcela destes motoqueiros são menores de idade, aliás basta pararmos em frente a uma escola, pública ou privada, no período letivo que lá estão eles.
Todas estas e outras infrações são cometidas diuturnamente, na vista de toda a população, assim não é crível que as nossas autoridades não saibam e ordenem a repressão.
Agora uma sugestão ao comandante do 17º BPM, quando houver outra operação deste tipo e no mesmo local, que o mesmo pegue um ônibus em frente ao quartel do 17º, mas de preferência um onibus comum, não vale o de ar condicionado, se possível lotado e em pé, num dia de sol e calor, e ele então saberá o que o cidadão pensa de quem faz ou autoriza algo deste tipo.
Atenciosamente
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
Sete desculpas mortais para o empreendedor malsucedido! CEBRAC.com
Nós brasileiros somos considerados um dos povos mais empreendedores do mundo. Entretanto esta não é uma tarefa fácil, requer muito trabalho, conhecimento e determinação. Há muitos que a realizam com extremo sucesso e a outros que fracassam no caminho e ouvem-se diversas desculpas para o insucesso.
Carlos Wizard Martins fundador da rede de escolas Wizard em seu livro “O Desejo de Vencer” fala sobre ‘as sete desculpas mortais’ dadas pelas pessoas que de alguma forma fracassaram quer tenha sido durante o percurso do caminho ou até mesmo por nunca terem se arriscado a trilhá-lo.
Conhecer estas desculpas irá ajudá-lo a não cometer estes erros, considerados por Carlos Martins, mortais, pois para ele destrói sonhos, acaba com ânimo e mata a esperança. Veja quais são:
A Cidade: Acredite em sua cidade
A primeira desculpa e uma das mais comuns é acharmos que a grama sempre estar mais verde do outro lado da cerca. Tendemos a achar que outras cidades são sempre melhores do que a que residimos. Acredite em sua cidade, veja a sua volta e verá que há vencedores. Não use sua cidade como desculpa para o fracasso.
Concorrência: um sinal de que o mercado é bom.
Algumas pessoas sentem-se receosas em colocar seu próprio negócio ao ver que há vários concorrentes, um grave erro. Para Carlos Wizard Martins isto é um sinal de que o mercado é bom, caso contrário todos já teriam falido. “Sempre admirei a concorrência. Ela estimula a criatividade, gera idéias, reestrutura a organização, dispensa os incompetentes, oferece melhores salários, contrata melhores profissionais, gera recursos, investe em publicidade, promove treinamento e atende melhor o cliente” completa Carlos Martins. Portanto não dê desculpas que o problema para a não realização de seu negócio ou insucesso estar na concorrência.
Os Impostos: Tudo na vida há um preço. Não se prive dos benefícios.
A quem dê como desculpa os impostos cobrados em nosso país. Alegam que preferem ficar pequeno a crescer e ter que pagar mais imposto. Para Martins este vírus é altamente perigoso, pois revela a mente pequena de seu portador. Para ele as pessoas infectadas com este vírus, são pessoas que pensam unicamente em si próprias em que lhes doem a alma saber que outras pessoas podem ser beneficiadas com seu negócio; é o tipo de pessoas que pensam da seguinte forma: “Eu ganho. Nós empatamos. Você perde”. Completa Martins.
Martins ensina que não se pode ou devemos nos privar dos benefícios do seu próprio esforço pelo fato de não desejarmos dividir uma parcela de nossos ganhos com outras pessoas, a instituição ou o Estado.
Falta de Dinheiro:
Tendemos a pensar que por estarmos em dificuldade, todo o mundo estará e, portanto a falta de dinheiro será um grande obstáculo. Se isto fosse verdade, o que me diz dos Shoppings Center lotados neste fim de ano, não deveriam estar vazios? Sendo assim não alegue como desculpa, para o insucesso, as pessoas estarem sem dinheiro.
Incertezas:
Apesar de podermos planejar, definir cada ponto a ser realizado e vislumbrar o futuro, todo o mais é incerto. O caminho trilhado para se alcançar o sucesso e repleto de riscos que precisam ser enfrentados e superados. Portanto não abafe seus sonhos devido às incertezas.
Falta de Sorte: O sucesso não estar ligado à sorte.
Um negócio de sucesso não depende de sorte ou simplesmente oportunismos, mas sim de muito trabalho, horas de preparação e tomadas de decisões acertadas. O seu negócio não é uma “brincadeira” de Roleta Russa, onde você puxa o gatilho e espera ter a sorte de não cair onde a bala estar. Ninguém estar isento de dificuldades, inclusive seus concorrentes. Pense nisto.
A sua própria desculpa: A mais perigosa de todas
Pior do que todas as desculpas citadas anteriormente e mais complexo de ser tratada é a criada por você mesmo. Livrar-se dela precisa de muita disciplina, determinação e esforço para eliminá-la.
“Não há desculpas na estrada do sucesso” afirma Martins. A conquista do sucesso é um trabalho árduo, e requer muito trabalho, dedicação, amor e não aceita desculpas.
Fonte: http://www.cebrac.com.br/sete-desculpas-mortais-para-o-empreendedor-malsucedido/
A mais completa escola de cursos do País!!
Conhecer estas desculpas irá ajudá-lo a não cometer estes erros, considerados por Carlos Martins, mortais, pois para ele destrói sonhos, acaba com ânimo e mata a esperança. Veja quais são:
A Cidade: Acredite em sua cidade
A primeira desculpa e uma das mais comuns é acharmos que a grama sempre estar mais verde do outro lado da cerca. Tendemos a achar que outras cidades são sempre melhores do que a que residimos. Acredite em sua cidade, veja a sua volta e verá que há vencedores. Não use sua cidade como desculpa para o fracasso.
Concorrência: um sinal de que o mercado é bom.
Algumas pessoas sentem-se receosas em colocar seu próprio negócio ao ver que há vários concorrentes, um grave erro. Para Carlos Wizard Martins isto é um sinal de que o mercado é bom, caso contrário todos já teriam falido. “Sempre admirei a concorrência. Ela estimula a criatividade, gera idéias, reestrutura a organização, dispensa os incompetentes, oferece melhores salários, contrata melhores profissionais, gera recursos, investe em publicidade, promove treinamento e atende melhor o cliente” completa Carlos Martins. Portanto não dê desculpas que o problema para a não realização de seu negócio ou insucesso estar na concorrência.
Os Impostos: Tudo na vida há um preço. Não se prive dos benefícios.
A quem dê como desculpa os impostos cobrados em nosso país. Alegam que preferem ficar pequeno a crescer e ter que pagar mais imposto. Para Martins este vírus é altamente perigoso, pois revela a mente pequena de seu portador. Para ele as pessoas infectadas com este vírus, são pessoas que pensam unicamente em si próprias em que lhes doem a alma saber que outras pessoas podem ser beneficiadas com seu negócio; é o tipo de pessoas que pensam da seguinte forma: “Eu ganho. Nós empatamos. Você perde”. Completa Martins.
Martins ensina que não se pode ou devemos nos privar dos benefícios do seu próprio esforço pelo fato de não desejarmos dividir uma parcela de nossos ganhos com outras pessoas, a instituição ou o Estado.
Falta de Dinheiro:
Tendemos a pensar que por estarmos em dificuldade, todo o mundo estará e, portanto a falta de dinheiro será um grande obstáculo. Se isto fosse verdade, o que me diz dos Shoppings Center lotados neste fim de ano, não deveriam estar vazios? Sendo assim não alegue como desculpa, para o insucesso, as pessoas estarem sem dinheiro.
Incertezas:
Apesar de podermos planejar, definir cada ponto a ser realizado e vislumbrar o futuro, todo o mais é incerto. O caminho trilhado para se alcançar o sucesso e repleto de riscos que precisam ser enfrentados e superados. Portanto não abafe seus sonhos devido às incertezas.
Falta de Sorte: O sucesso não estar ligado à sorte.
Um negócio de sucesso não depende de sorte ou simplesmente oportunismos, mas sim de muito trabalho, horas de preparação e tomadas de decisões acertadas. O seu negócio não é uma “brincadeira” de Roleta Russa, onde você puxa o gatilho e espera ter a sorte de não cair onde a bala estar. Ninguém estar isento de dificuldades, inclusive seus concorrentes. Pense nisto.
A sua própria desculpa: A mais perigosa de todas
Pior do que todas as desculpas citadas anteriormente e mais complexo de ser tratada é a criada por você mesmo. Livrar-se dela precisa de muita disciplina, determinação e esforço para eliminá-la.
“Não há desculpas na estrada do sucesso” afirma Martins. A conquista do sucesso é um trabalho árduo, e requer muito trabalho, dedicação, amor e não aceita desculpas.
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Tel. (21) 3396-8638
Toda a agressão é classificada como bullying? - CEBRAC.com
Tem sido fator preocupante para pais, alunos, escolas e outras pessoas e organizações envolvidas com a educação escolar. Mas apesar de sua repercussão ser maior no meio escolar por ser o local onde provavelmente são apresentados os primeiros sintomas, este não é o único ambiente onde o bullying é praticado outro locais são a própria família, vizinhança e local de trabalho. É preciso compreender que todo bullying é uma agressão, mas nem toda a agressão é classificada como bullying.
Para entendermos melhor este fenômeno vamos dividi-los em três etapas: 1) o desejo de alcançar algo. Os autores do bullying podem ser levados a praticá-lo por “Ns” motivos, entre eles, o desejo de sentir-se mais popular ou poderoso e até mesmo de conseguir uma “boa imagem” de si mesmo. 2) a realização de seus desejos. Nada mais é que a agressão em si contra outra(s) pessoa(s) e por fim; 3) a conseqüência. Estudos mostram que pessoas que sofrem este tipo de agressão enfrentam medo e vergonha, baixo rendimento escolar e desejo de abandonar a escola. Sofrer momentos de ansiedade e agressividade também são outras conseqüências. Isto sem falar que podem passar de alvo a agressores.
A ocorrência deste fenômeno não se dá unicamente entre duas partes (autor e receptor) explicam especialistas. Um terceiro personagem também faz parte, são os espectadores. Estes também praticam o bullying por serem coniventes mesmo atuando de forma “indireta” na agressão, pois são os que estimulam o autor em forma de torcida, rindo, com palavras de incentivos e repassando o ocorrido em forma de fofoca o que torna o espectador em um co-autor. Com o advento do uso das tecnologias (redes sociais, email, sites, blog e celulares) isto tem se tornando ainda mais comum.
É fato que brincadeiras e piadas sempre existiram em qualquer ambiente que seja na escola, na família, na vizinhança ou no trabalho. É preciso ficar atento e saber distinguir o “limiar entre uma piada aceitável e uma agressão”. A dica para identificar se a brincadeira na verdade é uma agressão é se colocar no lugar da vitima e se perguntar “se fosse comigo, me sentiria bem?” Se a resposta for não o mais indicado é fazer a intervenção de imediato, dizem os especialistas que dão dicas que como esta intervenção pode ser realizada:
- Incentivar a solidariedade, a generosidade e o respeito às diferenças por meio de conversas, campanhas de incentivo à paz e à tolerância, trabalhos didáticos, como atividades de cooperação e interpretação de diferentes papéis em um conflito;
- Desenvolver em sala de aula, em casa ou no ambiente de trabalho um ambiente favorável à comunicação;
- Quando alguém reclamar de algo ou denunciar o bullying, procurar imediatamente a direção da escola, o responsável imediato na empresa e/ou a família;
- Conversar e escutar atentamente reclamações ou sugestões;
- Estimular a todos a informar os casos;
No caso de escola:
- Reconhecer e valorizar as atitudes da garotada no combate ao problema;
- Criar com os estudantes regras de disciplina para a classe em coerência com o regimento escolar;
- Estimular lideranças positivas entre os alunos, prevenindo futuros casos;
- Interferir diretamente nos grupos, o quanto antes, para quebrar a dinâmica do bullying.
http://www.cebrac.com.br/toda-a-agressao-e-classificada-como-bullying/
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